quinta-feira, 30 de abril de 2015

COMEMORAÇÕES DO 25 DE ABRIL NO AEMC - 2015

Mais uma vez, o Grupo Disciplinar de História não deixou passar em branco um dia tão importante na nossa História, celebrando O DIA DA LIBERDADE com diversas atividades.

Deixamos aqui alguns exemplos dessas iniciativas, para que possamos dizer "25 de Abril SEMPRE!".



***
Os alunos do 6º ano tiveram oportunidade de vivenciar o 25 de abril em fotografias, filmes, música e poemas. Comemorando este importante acontecimento da História do nosso país, as turmas do 6º A e do 6º B partilham alguns dos momentos ligados às atividades realizadas em contexto de sala de aula:

- BANDA DESENHADA, pelos alunos do 6º :


- GRÂNDOLA VILA MORENA, pelos alunos do 6º B:

segunda-feira, 20 de abril de 2015

EXPOSIÇÃO E DEBATE "25 DE ABRIL: ONTEM E HOJE - EVOCAÇÃO, MEMÓRIA E LUTA"

EXPOSIÇÃO E DEBATE
"25 DE ABRIL: ONTEM E HOJE - EVOCAÇÃO, MEMÓRIA E LUTA"
- de 22 a 29 de Abril

Comemorar Abril, lembrando as suas conquistas e o passado com que rompeu

No âmbito das Comemorações Populares do 41º Aniversário do 25 de Abril em Coimbra, o SPRC, com o apoio da Escola Secundária Jaime Cortesão, levará à apresentação pública a Exposição "25 de Abril: ontem e hoje - evocação, memória e luta", de 22 a 29 de Abril, cuja concepção é da União dos Resistentes Anti-fascistas Portugueses (URAP). Incorporando a exposição e as comemorações, realizar-se-á um debate no dia 23 de Abril, às 10h30, com António Vilarigues, resistente anti-fascista e membro da URAP.

No dia 22 de Abril, pelas 10h00, proceder-se-á à inauguração desta Exposição, coincidindo no dia em que o SPRC comemora o seu 33º Aniversário. Na ocasião, a coordenadora adjunta do SPRC, Anabela Sotaia, intervirá para a apresentar e para fazer a evocação desta importante data para os professores e investigadores portugueses da região centro.


terça-feira, 14 de abril de 2015

A REVOLUÇÃO DE ABRIL

A Presidência da Coimbra Business School | ISCAC tem a honra de convidar V/ Exa. para o Debate Jornalismo e História, que se realiza no próximo dia 21 de Abril, pelas 18:00, no ISCAC, entre Luís Torgal (historiador), José Rebelo (sociólogo) e Avelino Rodrigues (jornalista).
O Debate Jornalismo e História vai discutir os aspectos que aproximam e/ou distanciam estas duas formas de observar e descrever os factos sociais, por forma a esclarecer se a disciplina da História influenciou a prática jornalística na sua génese  e se o Jornalismo-tal-qual-se-faz pode atribuir-se um modo de conhecimento que o aproxime da investigação histórica.
Trata-se de confrontar a teoria da História com a instantaneidade dos fenómenos, tomando como ponto de partida um “case-study” que envolve a chamada “História Oral” e Ciência Histórica. É o caso do livro O Movimento dos Capitães e o 25 de Abril, da autoria de três jornalistas da imprensa diária, escrito quase em cima dos acontecimentos e que, quarenta anos depois, acaba de surgir  em 5ª edição, considerado como única narrativa histórica da revolução democrática de 1974.
O interesse deste debate ultrapassa os meios universitários e jornalísticos de Coimbra, esperando-se o envolvimento dos cidadãos, que são convidados a juntarem-se ao ISCAC para assinalar o 41º aniversário do 25 de Abril.

terça-feira, 31 de março de 2015

SPRC/FENPROF E ATENEU DE COIMBRA PROMOVEM CONCURSO LITERÁRIO 2015

Integrado nas comemorações do 25 de Abril e dos 75.º aniversário do Ateneu de Coimbra e 33.º aniversário do Sindicato dos Professores da Região Centro, estas duas associações de intervenção cultural, cívica e social decidiram conjugar vontades e organizar um Concurso Literário, na modalidade de Contos, com tema livre, o qual decorrerá até 1 de Outubro do corrente ano.

Pretendem estas organizações partilhar estes três momentos centrais da sua história com todos quantos, participando nesta iniciativa, queiram dar asas à sua criatividade e enriquecer o património cultural da região e destas duas instituições.

Este concurso terá tema livre e pretende-se que atinja uma qualidade apreciável que justifique o prémio que será atribuído aos dois primeiros classificados – a edição em livro pela "Lápis de Memórias", que se associou a este projecto.

Os trabalhos a concurso deverão ser inéditos e originais, podendo ser apresentados em prosa e poesia. O Júri será constituído por cinco elementos e a sua identificação será posterior e oportunamente divulgada.

A divulgação pública dos vencedores será feita até 30 de Novembro e quer o Ateneu de Coimbra, quer o Sindicato dos Professores da Região Centro, admitem extra publicação em livro, a edição de alguns dos contos a concurso nas suas edições próprias.

REGULAMENTO



Para mais informações as entidades organizadoras agradecem o contacto com Luís Lobo (916144988) A Organização: SPRC-8699.15

terça-feira, 17 de fevereiro de 2015

Curso de História Contemporânea

Este curso foi concebido e promovido pela Associação 25 de Abril, tendo decorrido durante os anos de 2007, 2008 e 2009, em Lisboa, Porto, Coimbra, Braga, Faro e Almada, tendo contado com a parceria da Associação de Professores de História que, através do seu Centro de Formação, foi responsável pelo pedido de acreditação e pela implementação de cursos.
A concretização deste curso só foi possível graças aos apoios recebidos do Ministério da Educação e Montepio.

SEGUIR 

quarta-feira, 11 de junho de 2014

ESTÓRIAS E IMAGENS DO 25 DE ABRIL

ESTÓRIAS E IMAGENS DO 25 DE ABRIL - JOSÉ DIAS E ALEXANDRE RAMIRES NO AEMC

HPIM4556
O cidadão José Dias esteve no dia 3 de junho na EB 2.3 C/ Sec. José Falcão (Miranda do Corvo), tendo dado o seu testemunho a alunos do 3º CEB e ensino secundário sobre a sua experiência como opositor ao regime ditatorial antes do 25 de Abril. O dinamizador falou dos cinco pilares em que assentava o regime: partido único, censura, polícia política, religião única e guerra colonial. Mostrou como se foi construindo um outro Portugal, paralelamente ao PortugalDSC 4880 da ditadura, com pessoas resilientes, corajosas e interventivas, que fundaram partidos políticos na clandestinidade, que divulgaram os ideais democráticos, que foram presas e torturadas e/ou exiladas, que arriscaram as suas vidas escamoteando a censura e a polícia política e que criaram as condições para a Revolução dos Cravos. José Dias refletiu sobre a maneira como os pilares da religião única e da guerra colonial começaram a ruir e aceleraram a revolução. Com efeito, o Concílio do Vaticano II deu uma nova visão da religião e permitiu aos católicos progressistas intervirem ativamente na construção de um novo Portugal. Também muitos oficiais milicianos eram estudantes recrutados, muitos deles universitários, facto que ajudou à concretização da Revolução, pois aqueles foram grandes apoiantes dos capitães de Abril.

José Dias terminou as duas intervenções apelando à mobilização dos jovens, no sentido de prepararem um futuro que é incerto e que acarreta graves perigos, os quais devem ser enfrentados com determinação, conhecimento e sensatez.
Também o Dr. Alexandre Ramires se deslocou, no dia 6 de junho, à EBI/JI Ferrer Correia (Senhor da Serra), tendo dinamizado duas sessões para alunos do 3º CEB e do ensino secundário.
Alexandre Ramires provocou-nos o olhar, fixou-nos imagens, desfiou estórias a partir do rosto de pessoas anónimas, de pessoas de hoje, do presente, atores com responsabilidades sociais e politicas. A partir dos sais de prata que imobilizam o tempo desmontou os momentos retidos de uma manifestação de um facto banal para nos levar a compreender pedaços da história que não conhecíamos, desvendando o passado ainda tão presente, fixando e reconstruindo memórias fotográficas. Apesar de uma imagem, uma fotografia poder valer por mil palavras, segundo o investigador, ela terá que ser sempre questionada, interrogada, cruzada com outras fontes para que esteja apta a falar sobre o que tem para dizer.
Autor de várias obras, o professor e investigador Alexandre Ramires recuou anos, séculos, na linha do tempo para nos desvendar os caminhos que os historiadores de imagem percorrem até chegar aos retratos de José Falcão e António José de Almeida, entre ouros republicanos, que construíram a nossa identidade.
A organização destas atividades esteve a cargo das bibliotecas do Agrupamento, em articulação com o Grupo Disciplinar de História.